RUI SILVA

Numa entrevista, concedida ao site oficial do clube, o atleta falou sobre as suas características como jogador e o momento mais marcante no seu percurso pelo clube.

Com que idade começaste a jogar?

Comecei a jogar futebol com cerca de 5/6 anos, na AREPA.

Qual a posição em campo que te sentes mais confortável?

A posição onde me sinto mais livre e mais confortável é a extremo, não tendo preferência de lados, e também a meio campo, seja a 8 ou a 10.

O que mais gostas e o que menos gostas de fazer nos treinos?

Quando vou para o treino não me importo de fazer o que quer que seja, desde que jogue futebol sinto-me bem, mas o que mais gosto de fazer é remates à baliza.

Para ti como deve ser o treinador ideal?

O treinador ideal para mim, é para além das imprescindíveis questões técnicas, ser amigo, rígido, e saber unir o balneário porque no fundo é isso que faz uma equipa ser uma equipa de verdade. Na minha opinião temos um grande exemplo no nosso clube, um dos meus ex-treinadores, Xano Silva.

Qual foi o momento mais marcante no teu percurso pelo clube?

O momento mais marcante no meu percurso pelo clube foi o jogo que fizemos contra a UD Santarém em casa, era um jogo importantíssimo para nós pois tínhamos obrigatoriamente de ganhar para passarmos para a próxima fase.

A Murteira estava cheia de gente a apoiar e isso deu-nos uma força extra para tentarmos arrancar dali uma vitória, e no fim de contas foi isso mesmo que aconteceu, vencemos e festejamos todos juntos.

Como foi viver a passagem ao apuramento de campeão, e semanas depois receber a notícia que o campeonato seria suspenso?

Foi bastante aborrecido mesmo, tinha sido uma época muito desgastante, lutamos imenso para chegarmos ao apuramento, estávamos muito ansiosos para podermos fazer o nosso melhor e passado um tempo vemos o campeonato a ser encerrado pelos motivos que vivemos até agora.

Para quem não conhece o Rui, como te descreverias como jogador?

O Rui é um jogador velocista, com boa visão de jogo, criativo e que gosta de ter a bola nos pés.

Como tens vivido esta época tão atípica, com a impossibilidade de jogar e mesmo de treinar?

No início foi muito estranho, não estava e não estou, habituado a viver sem futebol diariamente, pois é uma coisa que amo fazer, mas com o tempo fui-me habituando e temos visto que foi o melhor que fizemos para não piorar a situação na qual vivemos. Espero que o regresso esteja para breve porque as saudades de pisar um campo de futebol já são bastantes.

Esperando que na próxima época o futebol regresse à normalidade, que objetivos traças para o que aí vem?

Para a próxima época os objetivos são muito claros, evoluir a nível pessoal, como jogador e ajudar a equipa a conseguir a tão ansiosa subida de divisão.

Quem é o teu maior ídolo no futebol?

O meu ídolo é o mágico, Ronaldinho Gaúcho.

Para ti, qual o melhor 11 que já viste jogar?

O melhor onze que já vi jogar foi: Gianluigi Buffon, Sergio Ramos, Carles Puyol, Dani Alves, Patrice Evra, Andrés Iniesta, Ronaldinho Gaúcho, Xavi, Lionel Messi, Didier Drogba e o Cristiano Ronaldo.

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