RAFA BRÁS

Numa entrevista, concedida ao site oficial do clube, o atleta falou-nos sobre o seu percurso no mundo do futebol, e a paixão pelas artes.

Com que idade começaste a jogar?

Comecei a jogar aos 4 anos no Clube de Futebol Estevense, com o Professor Mário Santos, com uma breve passagem no Grupo Desportivo de Benavente com o Mister Miguel Caparica, e ingressei aos 8 anos no Grupo Desportivo Samora Correia.

Qual a posição em campo que te sentes mais confortável?

Sinto-me mais confortável na Defesa, de preferência no lado direito.

O que mais gostas e o que menos gostas de fazer nos treinos?

Adoro a parte final dos treinos, onde realizamos jogo livre entre 2 equipas, onde há espírito de competição e contacto físico. O que menos gosto são os exercícios de Agilidade, Equilíbrio e Coordenação.

Para ti como deve ser o treinador ideal?

O treinador ideal deve ser aquele que contribui para a nossa formação desportiva, deve desenvolver o gosto e o hábito pela prática do futebol, deve promover o desenvolvimento físico, de uma forma equilibrada e harmoniosa e garantir a aprendizagem e o aperfeiçoamento das técnicas básicas do futebol.

Deve ser capaz de transmitir aos jogadores os valores da honestidade, a firmeza de convicções, integridade, respeito, exigindo o cumprimento de normas internas da equipa e do clube.

Qual foi o momento mais marcante no teu percurso pelo clube?

Foi a experiência de participar num torneio internacional – Mundialito Cesaz 2018 e no torneio I RES NON VERBA 2018 organizado pelo GDSC e pelos nossos pais.

Sabemos que não é só o futebol a tua paixão, como consegues conciliar as artes e o desporto no teu dia a dia?

É verdade, a minha outra paixão é a música, comecei a tocar clavicorne aos 7 anos e passei para a trompa de harmonia 2 anos mais tarde na Sociedade Filarmónica de Santo Estevão. Atualmente sou aluno do regine do ensino articulado da música entre o Agrupamento de Escolas de Benavente e o Conservatório Regional de Artes do Montijo, onde frequento o 3º grau de Trompa. Também sou músico na Banda Juvenil da SFSE, Banda Filarmónica da SFSE e na Orquestra de Sopros e Percussão do CRAM.

Conciliar os estudos com o desporto, futebol e natação, exige para além da enorme logística da parte dos meus pais, devido às distâncias entre a minha casa em Santo Estevão, e os diversos estabelecimentos de ensino que frequento, uma capacidade de organização dos meus horários de estudo e de todas estas atividades de lazer.

Recordo que na época passada, muitas vezes, apenas conseguia realizar a primeira parte em jogos em casa, pois os ensaios da orquestra do CRAM do Montijo era ao sábado no final da manhã.

Espero na próxima época, possa continuar a conseguir conciliar a música com o desporto.

Para quem não conhece o Rafa, como te descreverias como jogador?

Sou um jogador com garra, dou tudo pela equipa dentro do campo e gosto de organizar a defesa.

Como tens vivido esta época tão atípica, com a impossibilidade de jogar e mesmo de treinar?

Para mim é frustrante, pois não posso praticar futebol, não posso estar com os meus colegas e não temos jogos das competições regionais da AFS.

Esperando que na próxima época, o futebol regresse à normalidade, que objetivos traças para o que aí vem?

Iremos iniciar uma nova fase, com a entrada do futebol 11 como o primeiro ano de iniciado. Prevejo que seja uma adaptação difícil, uma vez, devido à pandemia não nos foi possível ter jogos oficiais em futebol 9, onde poderíamos ter realizado essa progressão.

Quem é o teu maior ídolo no futebol?

O meu maior ídolo é o Gonçalo Guedes.

Para ti, qual o melhor 11 que já viste jogar?

O melhor onze que já vi jogar: Rui Patrício, José Fonte, Rúben Dias, João Cancelo, Nélson Semedo, Bruno Fernandes, Pizzi, Sérgio Oliveira, Bernardo Silva, Gonçalo Guedes, e o Cristiano Ronaldo.

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