DINIS BECO

Numa entrevista, concedida ao site oficial do clube, o atleta falou sobre as suas características em campo e o momento mais marcante no seu percurso pelo clube.

Com que idade começaste a jogar?

Comecei a jogar futebol com 5 anos.

Qual a posição em campo que te sentes mais confortável?

A posição em que me sinto mais confortável é, sem dúvida, a médio centro.

O que mais gostas e o que menos gostas de fazer nos treinos?

Nos treinos em geral gosto de tudo pois sei que tudo é importante, até os alongamentos no final (risos), mas o que gosto mais é de fazer jogo com os meus colegas.

Para ti como deve ser o treinador ideal?

Deve ser um treinador que puxe por nós, que seja ambicioso e acima de tudo que queira ganhar os jogos pois tenho mau perder (risos).

Qual foi o momento mais marcante no teu percurso pelo clube?

O mais marcante a nível individual foi sem dúvida ter ganho o prémio de atleta do ano de 2019, e a nível coletivo foi termos sido campeões distritais em Sub-10 e Infantis.

Foste o Atleta do Ano em 2019, que impacto teve esta distinção em ti e no teu futebol?

Ganhar o prémio de atleta ano foi uma surpresa para mim e para toda a minha família. Considero que tenha sido atleta do ano não por ter sido o melhor jogador, pois todos os atletas que estavam nomeados eram tão bons ou melhores jogadores que eu, mas por ter sido empenhado, batalhador, dedicado e representar sempre o clube em diferentes escalões.

Em 2019 jogava na equipa de infantis A (fomos campeões), apesar de ser de 2008 e pertencer à equipa de Sub-11 (onde ia sempre jogar e ajudar a equipa quando me pediam), e sempre que me era possível (quando não havia jogos na equipa A) ainda jogava na equipa de Infantis B.

Ao domingo representei sempre o clube no campeonato de futebol de 9 apesar de termos perdido quase todos os jogos e de jogar contra jogadores mais velhos que eu dois anos. Neste ano fui o jogador do Samora com mais jogos realizados daí ter sido recompensado pela minha dedicação e esforço.

Ganhar o prémio atleta do ano fez com que me sentisse mais confiante e ao mesmo tempo mais exigente comigo mesmo. Foi neste momento alto que chegou o Covid-19 e estragou tudo.

Para quem não conhece o Dinis, como te descreverias como jogador?

Considero-me um jogador empenhado e batalhador que gosta de distribuir jogo, que dá tudo em campo e que não gosta, nem está habilitado, a perder (risos).

Como tens vivido esta época tão atípica, com a impossibilidade de jogar e mesmo de treinar?

Tem sido bastante complicado. Para quem tinha um ritmo de treino e jogos bastante intenso agora , por mais que tente, está a ser difícil manter a forma física (risos).

Esperando que na próxima época, o futebol regresse à normalidade, que objetivos traças para o que aí vem?

O meu objetivo, e quase de certeza de toda a minha equipa, é de ganhar tudo o que há para ganhar e ser novamente campeão, desta vez em iniciados.

Quem é o teu maior ídolo no futebol?

O meu ídolo é, desde sempre, o Leonel Messi.

Para ti, qual o melhor 11 que já viste jogar?

O melhor onze que já vi jogar foi a equipa do Barcelona em 2014/15, ganhou tudo o que havia para ganhar, a Liga, a Champions e a Taça do Rei.

Para mim, a melhor equipa seria: Marc-André Ter Stegen, Sergio Ramos, Virgil van Dijk, João Cancelo, Nuno Mendes, Bruno Fernandes, N’Golo Kanté, Kevin De Bruyne, Messi, Diogo J, e o Neymar.

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